
Existe uma grande
discussão em torno do surgimento da primeira história em quadrinhos no mundo,
como vimos em outro post aqui do Blog, foi nos Estados Unidos, com o Yellow
Kid, que surgiu o primeiro quadrinho com formato consagrado hoje em dia, com
balões de textos completando os desenhos. Mas podemos dizer que o Brasil já
estava se preparando para isso com nosso conhecido ítalo brasileiro Ângelo
Agostini.
Agostini, autor de
desenhos de teor cômico, mas ainda assim de cunho crítico, utilizava-se em suas
histórias dos cortes gráficos que viriam a ser um dos elementos determinantes
na futura criação das histórias em quadrinhos.
Ângelo Agostini,
produzia no Brasil em 1969, uma revista ilustrada, com personagens, que se
tornaram pioneiros na história das HQ’S. A diferença entre a criação de Ângelo
e de Richard é que as histórias ilustradas de um não continham balões e
onomatopeias como as do outro, que apenas tinham textos, como se fossem
legendas.
Aqui no Brasil, o que
deu início às HQ’S, foram as histórias ilustradas de Agostini. Em 30 de janeiro
de 1869 surgiu, então, a primeira história em quadrinhos brasileira, As aventuras de Nhô Quim. Publicada pela revista Vida Fluminense, do Rio de Janeiro. A história ilustrada,
contava em episódios, as desventuras de um homem simples do interior do Brasil.
O primeiro capítulo possuía 20 imagens em páginas duplas e chamava-se "De Minas ao Rio de Janeiro".
Já no início do século
XX, surgiram revistas para crianças que traziam quadrinhos de grandes sucessos,
as mais conhecidas eram Tico-Tico e
Sesinho. Mas a partir de da década de 60, chegaram às bancas, as revistas
de quadrinhos que levaram os quadrinhos ao auge do sucesso, A Turma do Pererê, de Ziraldo e A Turma da Mônica, de Maurício de Sousa.
Alegrando assim, a vida dos leitores de todas as idades que apreciam este
gênero tão delicioso.
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